Rio Joanes é responsável por cerca de 40% do abastecimento de água da região metropolitana de Salvador

O Rio Joanes nasce em São Francisco do Conde e passa por São Sebastião do Passé, Candeias e Camaçari, onde fica o Bahia Plaza Hotel. Com aproximadamente 755 Km², o Rio é muito importante para o estado. Ele é responsável por cerca de 40% do abastecimento de água da região metropolitana de Salvador. Além disso, o Canal do Rio Joanes possui pontes que se misturam à bela paisagem local.
Seus primeiros sinais da ocupação humana foram registrados por meio da ocupação de algumas tribos indígenas, como os Tapuias, Tupinaês e Tupinambás, que exploravam a terra como maneira de garantir sua sobrevivência. Essas tribos foram responsáveis pelas primeiras atividades de roçagem, queimada e derrubada de árvores. Atualmente, a ação do homem na bacia do rio Joanes tem degradado os seus recursos naturais, pois essa ação vem sendo feita de maneira irresponsável, com o lançamento de esgotos no rio, a extração de caulim, areia, cascalho e pedras.

Rio Joanes

O belo cenário produzido pelo Rio Joanes e seus canais que enfeitam o Bahia Plaza Hotel. Fotos: Marcelo Schmidt

Com a industrialização da área, a necessidade de vias de acesso cresceu, e no decorrer das ultimas décadas, a malha rodoviária da bacia aumentou. Hoje ela conta com rodovias que atravessam e ligam diversos municípios. Com o crescimento da população das cidades que compõem a bacia do rio Joanes, foi preciso uma maior disponibilidade de água. Para isso, a solução foi o abastecimento de água através da captação subterrânea, além da construção de cinco barragens. A bacia do rio Joanes sofreu intensas modificações no uso do solo ao longo dos anos, com a substituição da vegetação nativa por um outro tipo de vegetação, e um intenso processo de urbanização. Associado a estes fatores, o rio Joanes teve o seu curso de água barrado.
A boa notícia é que há uma projeção da capacidade hídrica do Rio Joanes para os próximos 50 anos. Entre as ações estão reduzir o consumo doméstico de água potável, consertando vazamentos e evitando desperdícios; não jogar lixo nos rios e lagos; exigir das autoridades que o esgoto seja tratado em estações de tratamento, e não jogado diretamente nos rios ou mares; exigir que os municípios adotem um manejo adequado dos resíduos tóxicos, com a instalação de sistemas de coleta seletiva e estação para coletas de produtos tóxicos domiciliares; usar com moderação, de acordo com as recomendações dos fabricantes, detergentes (biodegradáveis), água sanitária (que contenha cloro), sabão em pó e demais produtos de limpeza; consumir preferencialmente produtos orgânicos, para estimular o cultivo de alimentos sem aplicação de agrotóxicos, que poluem os recursos hídricos; organizar-se, pois os consumidores organizados podem, por exemplo, pressionar as empresas a fabricar produtos de limpeza que não poluam o meio ambiente, exigir que as indústrias se responsabilizem pelo manejo de seus resíduos tóxicos e publiquem seu Balanço Ambiental, com informações sobre tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas.
Ações positivas para a população, para a cidade e, consequentemente, para o ambiente. E você? Faz a sua parte?

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